PONTÍFICE

Médicos cogitaram deixar o papa Francisco 'morrer em paz'


A gravidade do quadro de pneumonia do papa Francisco, 88 anos, foi tamanha que os médicos cogitaram interromper o tratamento para que o pontífice morresse em paz

Por Francisco Artur de Lima
Filippo MONTEFORTE/AFP

Risco de morte

Médico particular do papa, Sergio Alfieri esteve ao lado dele durante os 38 dias de internação, em hospital em Roma, para tratar um quadro de pneumonia

Alberto PIZZOLI / AFP

Decisão por salvar a vida do Papa

'Tivemos que escolher entre parar e deixá-lo ir, ou forçá-lo e tentar todos os medicamentos e terapias possíveis, correndo o risco muito alto de danificar outros órgãos', disse Alfieri

Tiziana Fabi/AFP

Papa consciente

Segundo Alfieri, o papa estava consciente durante todo o período de internação. 'Ele sabia, assim como nós, que talvez não sobrevivesse. Vimos que estava sofrendo', disse

Alberto PIZZOLI / AFP

Assistente médico do papa

O endosso pelo tratamento foi tomado junto ao assistente pessoal do papa, Massimiliano Strappetti. 'Tente de tudo, não desista', orientou o profissional

Tiziana FABI/AFP

Papa no hospital

Enquanto estava internado, poucos registros do papa foram divulgados. O Vaticano publicou fotos de Francisco rezando e um áudio que o pontífice agradece por orações de fiéis

Vatican News

Solidariedade aos argentinos

Ainda no hospital, o papa também prestou solidariedade às vítimas de uma tempestade que atingiu uma cidade litorânea na Argentina

Tiziana FABI / AFP

Orações e bom humor

Conhecido por sua leveza, o bom humor do papa Francisco e as orações dos fieis o ajudaram em sua recuperação no hospital, contou o médico dele, Sergio Alfieri

Alberto PIZZOLI / AFP

'Obrigado a todos'

Após sair do hospital, no domingo (23/3), o papa acenou e agradeceu aos fiéis. 'Obrigado a todos!', disse o pontífice argentino

Filippo MONTEFORTE / AFP