O Parlamento chinês adotou, nesta quinta-feira (10/6), uma lei para enfrentar as sanções estrangeiras, em um contexto de crescente pressão dos Estados Unidos e seus aliados diante de Pequim, informou a mídia estatal.
O governo do presidente americano Joe Biden ampliou na semana passada uma lista de empresas estrangeiras nas quais as empresas dos Estados Unidos não têm direito a investir, visando a segurança nacional.
Nela constam 59 empresas chinesas, acusadas de apoiarem as atividades militares de Pequim. Na lista anterior, eram 31.
A China lamentou a decisão e prometeu adotar medidas para "defender" suas empresas.
O Parlamento chinês, submetido ao poder do Partido Comunista, adotou em comissão uma lei contra as sanções estrangeiras, informou nesta quinta-feira (10/6) a televisão nacional, sem dar mais detalhes.
A China reclama há muito tempo da aplicação extraterritorial do direito americano, mediante sanções e restrições comerciais.
Esta lei chinesa será "um poderoso meio de dissuasão [...] contra os governos estrangeiros que tomariam sanções ilegais contra a China", afirma o Global Times, um jornal de tom abertamente nacionalista.
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