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Rodrigo Santoro comemora vitórias de ‘O último azul’ no festival de Berlim

Longa estrelado por Denise Weinberg, ao lado de Rodrigo Santoro, Miriam Socarrás e Adanilo, foi reconhecido com prêmios importantes

Gabriel Mascaro e elenco do filme 'O último azul' -  (crédito: Ronny HARTMANN / POOL / AFP)
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Gabriel Mascaro e elenco do filme 'O último azul' - (crédito: Ronny HARTMANN / POOL / AFP)

“Vale a pena acreditar no cinema brasileiro”, diz Rodrigo Santoro sobre as vitórias do filme O último Azul no festival de Berlim. O ator que estrelou o longa ao lado de Denise Weinberg e Miriam Socarrás utilizou as redes sociais para publicar uma comemoração do reconhecimento do cinema nacional. 

Dirigido por Gabriel Mascaro, o filme conquistou o Prêmio de Urso de Prata, o Júri Ecumênico (para filmes que abordam questões espirituais e sociais), e o Prêmio do Júri de Leitores do Berliner Morgenpost (entregue por leitores do jornal alemão), neste sábado (22/2), na 75ª edição do Festival.

“Nos últimos anos, especialmente as produções nacionais têm recebido tanto reconhecimento dentro e fora do país”, ressaltou o ator. “Vale a pena acreditar no cinema brasileiro independente também, mesmo com todos os desafios.”

Segurando a estatueta do Urso de Prata no vídeo, Santoro ressalta que esse momento é de grande relevância e um marco importante para o cinema brasileiro. “Quem ganha é a nossa cultura. É claro que a gente não faz filme pensando em ganhar prêmio, mas é muito gratificante saber que o mundo está nos vendo e está nos valorizando”, destaca.

Ao celebrar a travessia da cultura nas fronteiras globais, Santoro enfatiza que o brasileiro está deixando a sua marca. “Nós fazemos filmes por amor à arte, para contar nossa história e falar da cultura do nosso país. O Brasil é um país maravilhoso que merece ser descoberto pelo Mundo inteiro”, completa.

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Acompanhado do diretor, a dupla de artistas antecipa que, com a conquista, esperam que o filme estreie nas telonas brasileiras o mais rápido possível. “Viva o cinema brasileiro!”, exclama.

O longa se passa na Amazônia, em um futuro próximo, onde um governo transfere idosos para uma colônia habitacional destinada aos últimos anos de vida. No entanto, Tereza (Denise Weinberg), de 77 anos, decide embarcar em uma jornada pessoal antes de aceitar o destino imposto.

 
 
 
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Bianca Lucca
postado em 22/02/2025 19:56