
Um exame toxicológico aponta a existência de drogas no organismo de Liam Payne na hora da morte do cantor. A informação foi publicada pelo jornal norte-americano TMZ.
Segundo o portal, policiais forenses apontaram a presença de um tipo de metanfetamina "argentina" e um coquetel de drogas sintéticas, chamada de "cocaína rosa", entre as substâncias encontradas no corpo do artista. De acordo com a ABC News, além das drogas citadas, também havia a presença de cetamina, cocaína, crack e ecstasy.
Após buscas feitas no quarto em que o cantor estava hospedado, a polícia de Buenos Aires confirmou ter encontrado bebida alcóolica e clonazepam — medicamento para tratamento de epilepsia, transtornos de ansiedade e síndrome do pânico.
Forças de segurança confirmaram que Liam Payne recebeu duas prostitutas no hotel que estava hospedado pouco antes de morrer. Ao serem interrogadas na última sexta-feira (18/10), as mulheres disseram ao promotor do caso, Marcelo Roma, que o cantor não usou entorpecentes. Porém, durante a busca, a polícia apreendeu substâncias que estão em análise.
Liam Payne, 31 anos, morreu na quarta-feira (16/10), em decorrência de traumatismo provocado pela queda do terceiro andar do prédio em que estava hospedado. Segundo uma fonte policial da Argentina, a causa da morte foi "hemorragia interna e externa", apontada pela autópsia preliminar.
*Estagiário sob a supervisão de Ronayre Nunes
Saiba Mais
Gostou da matéria? Escolha como acompanhar as principais notícias do Correio:


Dê a sua opinião! O Correio tem um espaço na edição impressa para publicar a opinião dos leitores pelo e-mail sredat.df@dabr.com.br