A realização do 1º dia do Picnik Festival, neste sábado (25/6), depois de três anos sem atividades presenciais devido a pandemia do novo coronavírus, foi marcada por grande movimentação dos brasilienses. O espaço de reencontro, com vista para o pôr do sol e alto astral (marca registrada do evento), continuam sendo alguns dos principais atrativos do Festival.
Isabel Vidigal, arquiteta de 32 anos, curtia o momento em família no Picnik: sentada no lençol, observava a filha Olivia, de 2 anos, dançar ao som da música com o esposo, Danilo Monteiro, de 34 anos. “A última vez que vim ao evento já faz muitos anos, e ele não era tão grande como é hoje. Está muito bem organizado e muito bonito. O legal é que tem atrativos para todo mundo, tem espaço para as crianças, para os adultos e também para as pessoas mais velhas. A vibe está bem legal, bem gostosa. E tem de tudo: de comida a roupa”, opina Danilo, esposo de Isabel e morador da Asa Sul.
Já Izael Malta, de 66 anos, teve a experiência de ir ao evento como expositor de discos de vinil. “Já visitei a outra edição do Picnik e estou gostando muito do evento. O foco para mim é justamente apresentar os discos, porque sou colecionador, então para continuar colecionando, preciso vender o que está excedente”, conta o proprietário do Garimpo do Vinil — que garante boas promoções em sua exposição.
As atrações do Festival continuam ao longo deste domingo (26/6), com espaço infantil, novas atrações musicais e de comida. Confira abaixo a programação:
- 14h: Cientista Perdido
- 15h: Pratanes
- 16h: Puro Suco
- 17h30: Maria e o Vento
- 18h30: Yma
- 20h: Rogério Skylab
- 21h30: Corjunes
Antes, nos intervalos e depois: sonorização pelos DJs do Craudi Social Club
Saiba Mais
- Horário: a partir de 13h
- Entrada: gratuito (observação: a partir das 16h é necessário levar 1kg de alimento não perecível como ingresso)
- Endereço: Praça Portugal, próximo a Embaixada dos EUA
- Instagram: @picnikbsb
- Site: http://picnik.art.br/