Correio Braziliense
postado em 18/02/2020 04:08

As queixas sobre as tarifas começaram pelo estacionamento, que passou a ser pago em preço único de R$ 25. Richard Dubois, CEO da Arena BSB, havia dito antes da Supercopa que “estacionamento grátis não existe”. O diretor explicou os motivos para a cobrança. “Investimos R$ 400 mil para melhorar a iluminação. Estamos trocando as lâmpadas de LED e a marcação dos estacionamentos”. No entanto, poucas melhorias foram percebidas, pois o jogo ocorreu durante o dia.
Antes da decisão entre o campeão brasileiro e o vencedor da Copa do Brasil, foram formadas as tradicionais filas para a entrada do público. O aplicativo de muitas pessoas para apresentar o ingresso não funcionou, provocando grandes aglomerações. Depois de diversas tentativas sem sucesso, funcionários liberaram a entrada das pessoas que não conseguiram acessar o bilhete digitalmente.
Dentro do estádio, a principal reclamação foi em função dos preços de bebidas e comidas comercializadas nos bares. A água custava R$ 5, o refrigerante, R$ 6 e a cerveja mais barata, R$ 10. Um churros, R$ 10. Outro fator que deixou muita gente de cabeça quente foi a falta de placas informativas e de pessoas disponibilizadas para dar orientações na arena. Havia banheiros interditados e outros com torneiras quebradas. De forma geral, no entanto, agradaram o público, pois estavam limpos e com papel higiênico.
Os bebedores voltaram a ter água. Não houve nenhum problema com segurança ou com a dispersão do público. O gramado, apesar de ter sido danificado em um evento no fim de semana anterior, foi recuperado a tempo da partida da competição resgatada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). CEO da Arena BSB, Richard Dubois explicou que usou máquinas de corte, luz artificial, adubo, fertilizantes e produtos específicos para a recuperação da grama.
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