Em live, na noite desta quinta-feira (6/2), o presidente Jair Bolsonaro, sem citar nomes, voltou a criticar os governadores que não o apoiaram no projeto de redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) dos combustíveis.
O presidente disse que a intenção dele não é discutir com nenhum dos governantes. "Não estou brigando com ninguém, não estou desafiando ninguém a duelar comigo, trocar tiro, queda de braço. O que a gente quer é um valor fixo. Vamos mandar para o parlamento o projeto. Vai ser difícil passar, nenhum governador até o momento se mostrou favorável. Vocês estão sabendo de quem é a responsabilidade", provocou.
Nesta quarta-feira (5/2), o presidente chegou a afirmar que se os governadores zerassem o ICMS, o governo também zeraria os impostos federais. Os chefes de governo estaduais, como João Doria, de São Paulo; e Ibaneis Rocha, do Distrito Federal, se pronunciaram afirmando que a proposta era inviável.
Bolsonaro provocou ainda o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, com quem já vem tendo algumas desavenças. "No Rio de Janeiro é o maior ICMS na gasolina do Brasil. Rio de Janeiro, parabéns, está batendo recorde. Deve ser para fazer frente à água. Tem gente que está achando melhor tomar gasolina do que água, que está menos contaminada", afirmou.
Mais cedo, Bolsonaro tinha dito que sente "fazendo papel de otário" ao reduzir o preço da gasolina e do diesel nas refinarias e a queda não chegar às bombas.
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