Nova York - A camareira que acusou o ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, de agressão sexual prestou falso testemunho ao júri, omitindo o fato de que ela limpou outro quarto antes de transmitir ao supervisor do hotel a denúncia de que havia sido sexualmente atacada, revelaram os promotores nesta sexta-feira.
"A autora da queixa desde então admitiuque este testemunho era falso e que, por trás do incidente no quarto 2086, procedeu a limpar um quarto próximo e depois voltou ao quarto 2086 e começou a limpá-lo antes de reportar o incidente a seus supervisão", contaram os promtores, segundo documentos do tribunal.
Segundo um dos advogados de defesa, Benjamin Brafman, Strauss Kahn será declarado inocente.
Os últimos elementos relacionados ao caso "reforçam nossa convicção de que será declarado inocente (...). É um grande alívio", disse Brafman.