O politicamente correto, em outros tempos, teria barrado composições de nomes como Noel Rosa, Dorival Caymmi e Ary Barroso. Mas as diversas visões sobre o sexo feminino ao longo das últimas décadas, preconceituosas ou não, certamente contribuíram para ampliar o debate sobre o papel da mulher na sociedade. ;Mário Lago disse que nunca quis fazer uma música machista com Ai que saudade da Amélia. Mas, para esses compositores, isso era uma coisa normal;, destaca o jornalista Rodrigo Faour, autor do livro História sexual da MPB.
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