À época, a família de Cristina conseguiu uma cópia do prontuário médico dela, e o entregou ao então chefe da Promotoria de Justiça Criminal da Defesa dos Usuários de Serviços de Saúde (Pró-Vida), Diaulas Ribeiro, que pediu ao Tribunal de Justiça do DF para Lucas levar o médico a júri popular, sob a acusação de homicídio com dolo eventual ; quando o acusado, por suas ações, assume o risco de provocar a morte do paciente.
De acordo com a denúncia o Pró-Vida, Maria Cristina não tinha indicação médica ; grau de obesidade ; que justificasse a cirurgia, e foi atendida de forma desatenciosa e incompetente pelo médico. Em 2011, o Tribunal desclassificou a acusação para crime culposo ; quando não há a intenção de matar ; e é dessa forma que Lucas será julgado pela 6; Vara.
Em 2009, o médico admitiu para o programa Profissão Repórter, da TV Globo, que já havia ;perdido; quatro pacientes, mas esse número já subiu para cinco.
No caso da morte da professora universitária Fernanda Wendling, outra paciente de Lucas morta em 2006, o médico também é acusado pelo Ministério Público de falsificação de documentos.